Flashback query

0

Posted on : 27-09-2011 | By : .rafa | In : Oracle

Função que veio no Oracle 9i, fornece a habilidade de visualizar os dados como eles estavam em um determinado tempo no passado. Por padrão, operações no banco de dados usam os dados disponíveis mais recentemente “comitados”. Se você quiser pesquisar determinados dados em algum ponto no passado, você precisará utilizar o recurso de Flashback Query na qual será necessário especificar um “horário” ou um SCN (System change Number) para efetuar a pesquisa.

Este recurso é muito útil, quando você precisa restaurar dados que foram deletados ou alterados erroneamente. É melhor efetuar este procedimento do que voltar um export da tabela de um ponto no passado ou mesmo um backup full até um momento no tempo, que pode ser lento deixando a sua base totalmente inoperante até a sua conclusão.

Antes de mais nada, para você poder usar o recurso de Flashback Query, é necessário configurar o seu banco de dados para usar o gerenciamento automático de UNDO (Automatic Undo Management).

– retificado

E um detalhe importante que é liberado para todas as edições do Oracle, podendo ser vistos nessatabela de comparações das features contra suas edições.

CLAUSULA AS OF

Nas releases anteriores, o recurso FlashBack permitia ao usuario ter uma visao de um imagem mais antiga do banco de dados, com base em um horario ou em um SCN escolhido.

Para utilizar os dados dessa imagem mais antiga, por exemplo, para substituir linhas que haviam sido deletadas acidentalmente de uma tabela, a operação do Flashback precisava ser incorporada a um bloco PL/SQL.

Agora, pode-se obter imagens distintas, de tabelas individuais, em uma unica sessão.

Continue lendo em oraclehome.com.br

Como utilizar o TRCSESS para melhorar a sua análise de sessões com o TKPROF

0

Posted on : 25-09-2011 | By : .rafa | In : Oracle

O utilitário trcsess consolida a saída do rastreamento de arquivos de rastreamento selecionados com base em vários critérios:

  • Session Id
  • Client Id
  • Service name
  • Action name
  • Module name

Depois de juntar as informações do trace com o trcsess in um único arquivo, esse pode ser processado pelo TKPROF. O trcsess é muito útil para consolidar traces in particupar para analisar performance e debugar problemas.

Continue lendo em oraclehome.com.br

Tabelas externas utilizando oracle_loader (External tables)

0

Posted on : 25-09-2011 | By : .rafa | In : Oracle

Ontem recebi um email com uma duvida de como inserir em uma tabela valores de um arquivo externo texto.

E um conceito que pode ser utilizado é a External Table que já vem da versão do Oracle 9i. São tabelas baseadas por um ou varios arquivos textos do sistema operacional que o Oracle Server está hospedado.

Podendo então se fazer consultas SQL nessa tabela diretamente no arquivo texto.

No caso irei utilizar o método oracle_loader.

A possibilidade de gravar um arquivo texto se limita ao CREATE TABLE AS SELECT apenas. Não é permitido fazer UPDATE, DELETE ou INSERT numa external table.

Continue lendo em oraclehome.com.br....

Como habilitar o trace para o comando srvctl, cluvfy, netca, srvconfig

0

Posted on : 24-09-2011 | By : .rafa | In : Oracle

Algumas vezes quando executamos o comando srvctl por exemplo não temos sucesso, e a mensagem de erro não é assim tão clara, onde que para encontrar a solução?

Algumas outras ferramentas do clusteware que suportam é o cluvfy, netca, srvconfig.

Podemos então usar o SRVM_TRACE, que irá ajudar a habilitar o trace da linha de comando que estamos tentando encontrar a falha.

Modo de usar:

Continue lendo no oraclehome.com.br...

Escolha entre politicas de inicialização automaticas ou manuais (RAC)

0

Posted on : 24-09-2011 | By : .rafa | In : Oracle

Irei falar um pouco de politicas de inicialização do Oracle Clusterware 10gR2.

Pois como todos sabem o RAC não se utiliza mais do parametro Y|N do oratab  para iniciar o database, agora quem gerencia os recursos como o database é o Clusterware e é nele que fica a configuração do start automático ou não.

Por padrão, o Oracle Clusterware é configurado para iniciar a VIP, listener, instance, ASM, database, services and other resources during system boot.

Porem é possivel modificar alguns recursos para ter parâmetro AUTO_START do perfil setado para 2. Isso significa que após o reboot do node, ou quando o Oracle Clusterware é iniciado, recursos com AUTO_START=2 precisem ser iniciados manualmente via srvctl.

Isto é designado para o assistente de problemas e manutenção do sistema.

No Oracle Database 10g Release 2, quando alterado o recurso atravéz srvctl, o comando automaticamente altera o atributo de outros recursos dependentes quando houver.
Continue lendo no site oraclehome.com.br

Oracle Database 10g: Real Application Cluster Administrator Certified Expert

0

Posted on : 16-09-2011 | By : .rafa | In : Banco de Dados, Oracle

Acabo de tirar a minha certificação RAC 10g.

Oracle Database 10g: Managing Oracle on Linux Certified Expert

0

Posted on : 17-08-2011 | By : .rafa | In : Banco de Dados, Oracle

Acabo de me certificar em Linux para DBA´s Oracle.


Nada de Oracle XE 11g ainda

0

Posted on : 29-09-2010 | By : .rafa | In : Banco de Dados, Oracle

Estava lendo que nesse openworld ainda nada de 11g XE.  SERA?
Vamos aguardar.....

Mas tem rumores que saíram logo do forno e com algumas coisinhas a mais, como limite do DB de 4G para 10G.

Oracle anuncia MySQL 5.5 Release Candidate

0

Posted on : 20-09-2010 | By : .rafa | In : Banco de Dados, MySQL, Oracle

oracle-mysql

Ontem, 19 de setembro de 2010, no evento inaugural do MySQL sunday no Oracle OpenWorld, anunciou o MySQL 5,5 Release Candidate. O candidato MySQL 5,5 ajuda a melhorar o desempenho e a escalabilidade de aplicações em diversos ambientes operacionais, incluindo Windows, Linux e Mac.

As melhorias incluem:
Improved performance and scalability:
MySQL Server and InnoDB have been enhanced to provide optimum performance and scalability when running on the latest multi-CPU and multi-core hardware and operating systems.
InnoDB is now the default storage engine for MySQL Server, delivering ACID transactions, referential integrity, and crash recovery.
Higher availability:
New semi-synchronous replication improves failover reliability by allowing the master to proceed without waiting for all the slaves to acknowledge. Once one slave acknowledges, the transaction can be committed. This also helps improve data integrity.
Replication Heart Beat enables faster detection, diagnosis and correction of master/slave synchronization issues, helping improve the reliability and availability of data by reducing the risk and impact of master/slave synchronization issues.
Improved usability:
Improved index and table partitioning enables RANGE and LIST partitions to be defined on date, datetime, varchar, and char columns, simplifying and extending MySQL and adding flexibility to indexing and query tuning.
DBAs and developers can save time using the ANSI/ISO standard SIGNAL/RESIGNAL syntax inside stored routines, including triggers, to raise an error condition invoking specific error handling within their applications.
Enhanced diagnostics, including a new ERFORMANCE_SCHEMA, provide low-level diagnostics on MySQL server performance statistics, allowing DBAs to pinpoint resource-intensive processes and events, streamlining efforts and helping to enhance their productivity.

As melhorias incluem:

Improved performance and scalability:

MySQL Server and InnoDB have been enhanced to provide optimum performance and scalability when running on the latest multi-CPU and multi-core hardware and operating systems.

InnoDB is now the default storage engine for MySQL Server, delivering ACID transactions, referential integrity, and crash recovery.

Read the rest of this entry »

Gerenciamento automático do 11g

0

Posted on : 09-09-2010 | By : .rafa | In : Banco de Dados, Oracle

Aproveitando meu momento de estudos deixo aqui um gráfico bem simplificado do que mudou entre o oracle 9i até o 11g.

Oracle continua o esforço iniciado em Oracle 9i e exercida através Oracle 10g para simplificar dramaticamente, em última análise, automatizar as tarefas que deve dba desempenha.

O que há de novo no Oracle Database 11g é Automatic SQL Tunning com copetencia de auto-aprendizagem.
Outras novas capacidades incluem automaticamente, unificar a melhoria de ambos SGA e PGA em buffers de memoria, e novos conselheiros para particionamento, reparação do database, streams performance, e gerenciamento do espaço.

Entre outros mais que ao longo do tempo vou registrar aqui

.

oracle11g-managementAutomation

A Oracle continua o esforço iniciado em Oracle 9i e exercida através Oracle 10g para simplificar dramaticamente, em última análise, automatizar as tarefas que deve dba desempenha.

O que há de novo no Oracle Database 11g é Automatic SQL Tunning com copetencia de auto-aprendizagem.

Outras novas capacidades incluem automaticamente, unificar a melhoria de ambos SGA e PGA em buffers de memoria, e novos conselheiros para particionamento, reparação do database, streams performance, e gerenciamento do espaço.

Entre outros mais que ao longo do tempo vou registrar aqui.