Recuperar IMG do MySQL e transf. thumb´s

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Posted on : 30-10-2006 | By : .rafa | In : PHP, Programação

Estava vendo num forum de PHP apareceu a seguinte aplicação, de como recuperar uma imagem de dentro do banco, no exemplo asseguir é recurar do MySQL, e de outros bancos é mto semelhante, farei um teste mais p/ frente em um Oracle, mas por enquanto lá vai o código:


public function resizepics($filename,$newwidth, $newheight){

list($width, $height) = getimagesize($filename);
$thumb = imagecreatetruecolor($newwidth, $newheight);
$source = imagecreatefromjpeg($filename);
imagecopyresized($thumb, $source, 0, 0, 0, 0, $newwidth, $newheight, $width, $height);
imagejpeg($thumb);
}

public function mostraImg($conexao){

$query = mysql_query("SELECT * FROM tabela m",$conexao) or die ("Erro: ". mysql_error());

if($linhas = mysql_num_rows($query)== 1){
$registro = mysql_fetch_array($query);
$filename= $registro['imagem'];
$tempfile = fopen($filename, "w+");
fwrite($tempfile, mysql_result($query, 0, 'imagem'));
fclose($tempfile);
echo $this -> resizepics($filename, '76', '100');
unlink($filename);
} else {
$filename= 'img/NaoDisponivel.jpg';
imagejpeg($this -> LoadJpeg($filename));
}
}

public function LoadJpeg($imgname) {

$im = @imagecreatefromjpeg($imgname); /* Abrindo imagem */
if (!$im) { /* Se correto então gera imagem */
$im = imagecreate(76,100); /* Criando nova imagem*/
$bgc = imagecolorallocate($im, 255, 255, 255);
$tc = imagecolorallocate($im, 0, 0, 0);
imagefilledrectangle($im, 0, 0, 76, 100, $bgc);
/* Erro na geração da imagem */
imagestring($im, 1, 5, 5, "Erro na geração da imagem.".$imgname, $tc);
}
return $im;

}

Fonte: Jáder Tavares (Forum de PHP-pt)

SSH sem senha

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Posted on : 29-10-2006 | By : .rafa | In : Linux (RH), Sistemas Operacionais

Este processo de deixar um servidor confiar noutro servidor linux na rede é muito usando para não haver complicações em aplicações como syncronismo de informação, copia de arquivos e qualquer coisa que vá trafegar entre um servidor ou outro sem precisar de ficar montando compatilhamentos entre servidores.
E como sempre esse processo será da maior seguranca que um samba por exemplo.

Primeiro devemos efetuar a criação as chaves de acesso entre os servidores:

ssh-keygen -b 1024 -t rsa

Esse comando chama o utilitário 'ssh-keygen' e diz para criar uma chave de 1024 bits e usando o algoritmo rsa. Para a chave ser criada deverá ter no mínimo 512 bits, mas 1024 é o suficiente para ter uma ótima segurança. Caso seu servidor use SSH versão 1 terá que ser usado o algoritmo rsa, mas se for versão 2 poderá ser usado tanto rsa como dsa. Caso use dsa, ficará assim: ssh-keygen -b 1024 -t dsa.

Feito isso aparecerá no seu console:

[oracle[a]localhost oracle] Enter file in which to save the key (/home/oracle/.ssh/id_rsa.pub)

Aqui será especificado o local onde será criada as chaves. O ideal é não alterar. Pressione ENTER.

[oracle[a]localhost oracle] Enter passphrase (empty for no passphrase):

Nesse ponto é que está o segredo!!! Aqui pedirá uma 'passphrase' que é uma 'frase-senha', mas como queremos nos logar sem senha, aperte ENTER, e não coloque nada.

[oracle[a]localhost oracle] Enter same passphrase again:

ENTER de novo.

[oracle[a]localhost oracle] Your public key has been saved in /home/oracle/.ssh/id_rsa.pub
The key fingerprint is:
00:00:00:00:00:00:00:00:00:00:00:00:00:00:00:00

Aparecendo isso que dizer que as chaves foram criadas com sucesso. (A 'key fingerprint' é diferente em cada caso). Agora falta pouco para terminarmos... Digitando esse comando:

[oracle[a]localhost oracle] scp /home/oracle/.ssh/id_rsa.pub oracle[a]10.0.0.5:/home/oracle/.ssh/

Será copiado nossa chave pública para o servidor. Não esqueça, tem que ser a chave PÚBLICA. A privada nunca sai de sua máquina. scp é o utilitário que irá copiar nossa chave, id_rsa.pub é a nossa chave (caso você tenha escolhido o algoritmo DSA, o nome será id_dsa.pub), oracle é o usuário, 10.0.0.5 é o servidor e finalmente o caminho para onde vai a chave.

Agora logando-se na máquina você perceberá que o servidor ainda pede a senha. O que temos que fazer é ir no diretório onde está a chave pública e mudarmos o nome para 'authorized_keys':

[oracle[a]localhost oracle] mv id_rsa.pub authorized_keys (caso seja rsa)
[oracle[a]localhost oracle] mv id_rsa.pub authorized_keys2 (Olha o 2 aí)(caso seja dsa)

Dê um logout com 'exit': exit
E logue-se de novo e não pedirá mais a senha.

Ref.: SSH sem senha ; br-linux.org ; dicas-L

Export .dmp gigante?

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Posted on : 28-10-2006 | By : .rafa | In : Banco de Dados, Linux (RH), Oracle, Sistemas Operacionais

Bom uma prática do tempo do Unix 32bits na hora de fazer export ou import utilizar um recurso para des/compactar ou partir os arquivos na hora que eles estao sendo criados. É +/- isso ai mesmo.
No momento que tais fazendo um exp system/senha full=y file=/backup/expfull.dmp este arquivo pode mtas vezes ter centenas de gigas, mas compactados podem ficar com pequenos megas.
Bom muito DBA nos seus scripts de backup no Linux ou Unix fazem esse export e dps passam um gzip expfull.dmp para compactar ai mora outro problema, o gzip compacta mas se o arquivo dmp ficou com 20Gb e o .gz for ficar 4Gb no total vai ter que ter pelo menos de espaco livre uns 24,5Gb para essa maratona toda ai.....
Mas como eu estava dizendo há uma forma mais simplificada nisso tudo ai, como o unix ou linux todos os arquivos sao concatenados, é o termo nao é bem esse mas é algo assim, entao no momento q estou criando um arquivo posso estar pegando a informacao de dentro dele e jogando para outro lugar.
bom para nao enrolar mto vou fazer um exemplo que ficará mais fácil de enteder.

1. Tens que criar um arquivo temporario, é .... aquele que eu disse que vai ser alimentado mas vai ser jogado o seu conteudo para outro
[oracle@localhost oracle] mknod /tmp/exp_pipe p # criando um arquivo para o export
[oracle@localhost oracle] gzip < /tmp/exp_pipe > /backup/expfull.dmp.gz & # gzip recebendo a informacao do exp_pipe e a saida do gzip está sendo para /backup/expfull.dmp.gz já compactado e o & quer dizer em segundo plano
[oracle@localhost oracle] exp system/senha full=y file=/tmp/exp_pipe log=/backup/expfull.log # aqui o export vai jogar as informacoes para o exp_pipe onde o gzip que está em segundo plano esperando estas para compactar.

Não há necessidade de matar o gzip pois ele fica em segundo plano, no momento que termina o export o gzip finaliza o export e ai está o seu export de 20Gb já saiu compactado em 4Gb.
Ok pode perder um pouco de performace pois será dois processos de arquivos no servidor mas nao será tao problemático em questão de espaco.

E em relação a importar esse gzip, nao há necessidade de descompactar e dai fazer o import, vou colocar somente o código e dai com a explicação anterior já irão induzir o que ele está fazendo.

[oracle@localhost oracle] mknod /tmp/imp_pipe p
[oracle@localhost oracle] gzip -d < /backup/expfull.dmp.gz > /tmp/exp_pipe &
[oracle@localhost oracle] imp system/senha full=y file=/tmp/exp_pipe log=/backup/impfull.log fromuser=deUsuario touser=paraUsuario

Obs.: O ideal depois de compactar usando esse recurso se certificar que o arquivo está ok, como foi usado o gzip posso recomendar o seguinte comando:
gunzip -t /backup/expfull.dmp.gz ; RC=$?
if test ${RC} -ne 0
then
# aqui vc fazer um comando mail para enviar um email para o DBA dizendo que o backup falhou
fi

Referencias: OraFAQ,

Oracle export 2 gig file

“Bigodes” biomecânicos para robôs permitem percepção tridimensional do ambiente

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Posted on : 23-10-2006 | By : .rafa | In : Sem categoria

Vários mamíferos utilizam seus bigodes para explorar o ambiente e elaborar uma imagem tridimensional do mundo. Os roedores, por exemplo, usam seus bigodes para determinar o tamanho, o formato e a textura dos objetos. As focas utilizam os seus para seguir as ondas feitas por sua presa à medida em que ela nada para fugir.

Agora, dois cientistas da Universidade Northwestern, Estados Unidos, estão desenvolvendo bigodes artificiais para utilizar em robôs e em outros sistemas artificiais. A idéia é que os bigodes capturem informações do ambiente de forma mais ampla do que os sensores tradicionais, passando os dados para os "cérebros artificiais" das máquinas e dos robôs.

Mitra J. Hartmann e Joseph H. Solomon já construíram um bigode biomecânico artificial que imita a capacidade dos bigodes dos mamíferos e consegue detectar informações em duas dimensões. Mas a capacidade de seus dispositivos biomiméticos vai além e os cientistas conseguiram demonstrar que, além do formato, os bigodes artificiais detectam fluxos de gases e fluidos em geral.

"Nós demonstramos que o momento, ou torque, na base do bigode, pode ser utilizado para gerar representações espaciais tridimensionais do ambiente," diz Hartmann. O protótipo é baseado na estrutura dos bigodes de ratos.

Sensores biomiméticos como estes poderão ter ampla utilização, inclusive em linhas de montagem industriais e em oleodutos. Robôs autônomos, navegando por terrenos desconhecidos, e veículos subaquáticos são outras possibilidades.

Fonte: Inovacaotecnologica 

Dicas para a compra de câmeras digitais

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Posted on : 18-10-2006 | By : .rafa | In : Sem categoria

Introdução

As câmeras digitais representam uma grande evolução na prática de tirar fotos. Entre suas vantagens, estão imagens com melhor qualidade, aplicação de efeitos, uso de recursos até então disponíveis apenas em câmeras profissionais e possibilidade de fazer uma grande quantidade de fotografias.

Com tantas opções no mercado, muitas vezes é difícil encontrar a câmera digital ideal. É para ajudar nessa escolha que o InfoWester mostra, a seguir, dez dicas para serem usadas na compra de câmeras digitais.

1 - Megapixels

Em poucas palavras, o megapixel indica o tamanho da foto que uma câmera digital é capaz de criar. Quanto maior a quantidade de megapixels, maior é a resolução da fotografia criada. Assim, é recomendável ter uma câmera com, pelo menos, 3.0 megapixels. Dessa forma, é possível ter fotos com nitidez excelente em impressões e pôsteres, por exemplo. Câmeras com mais de 6 megapixels são indicadas para quem precisa de recursos mais, por assim dizer, "profissionais".

2 - Zoom óptico ou digital?

O zoom é o recurso que permite tirar fotos mais próximas de elementos que estão localizados em uma área mais distante. Por exemplo, suponha que você encontrou um pássaro raro em um árvore e queira fazer uma foto bastante detalhada, mas só da ave. Neste caso, basta utilizar o zoom, que permite tirar essa fotografia sem que, para tanto, você tenha que se aproximar do animal.

Existem dois tipos de zoom: o óptico e o digital. Prefira o primeiro, pois o zoom óptico faz a aproximação da imagem através de lentes. O zoom digital, por sua vez, "amplia" a parte da imagem original escolhida, fazendo com que a qualidade da imagem seja perdida.

A capacidade do zoom é medida da seguinte forma: se uma câmera indica zoom (seja óptico ou digital) de 3x, significa que a imagem pode ser aproximada em até três vezes o tamanho original.

3 - Flash

Foto tirada a noite

O bom uso do flash permite tirar boas fotos em ambientes de pouca iluminação

O flash é importantíssimo nas câmeras para que as imagens geradas em ambiente com deficiência de luz tenham boa qualidade. Na verdade, em alguns casos, é recomendável usar o flash até mesmo em ambientes que estão com iluminação satisfatória.

Prefira os modelos que permitem fazer pré-ajustes no flash. Por exemplo, há câmeras que otimizam a intensidade do flash para evitar o efeito de "olhos vermelhos" nas imagens. Outras permitem que a luz emitida "dure" mais, característica útil em fotos seqüenciais.

Para uso noturno, é interessante ter um modelo que permita a conexão de um flash externo.

4 - Armazenamento

A grande maioria das câmeras fotográficas digitais faz uso de memória Flash para armazenar as imagens. Para isso, existem vários formatos de cartões de memória, como mostra este artigo.

É importante ficar atento: a compatibilidade de cartões varia conforme o fabricante e o modelo da câmera. Por exemplo, a Sony usa o tipo MemoryStick em seus aparelhos.

Embora os cartões de memória estejam ficando mais baratos com o passar do tempo, prefira câmeras que também possuam memória interna, mesmo que de pouca capacidade. Isso evita que a câmera fique inutilizável no caso da perda do cartão.

5 - Vídeo e som valem a pena?

A maioria das câmeras digitais permite a criação de vídeos curtos, embora de qualidade inferior ao de uma filmadora. Esse recurso é muito interessante para quando você está presenciando um acontecimento que ficaria melhor registrado se filmado. O site YouTube é um exemplo claro disso.

Por isso, prefira câmeras que possuam o recurso de gravação de vídeo, mas tome cuidado com um detalhe: não é raro encontrar modelos que fazem filmes, porém sem áudio. Prefira as câmeras que permitem áudio no filme, pois isso, em alguns casos, indica também que o aparelho pode ser usado como gravador de voz.

6 - Bateria

A maioria das câmeras digitais utiliza pilhas AA ou AAA como fonte de energia. Dê preferência aos modelos que usam o primeiro tipo (AA), pois estas pilhas armazenam mais energia e geralmente são usadas em pares (enquanto que as pilhas AAA costumam ser usadas em dois pares), ficando mais em conta. Para evitar gastos com isso, adquira um carregador e pilhas recarregáveis, mas tome os seguintes cuidados:

- Use pilhas originais e iguais, para evitar danos à sua câmera;
- Não deixe as pilhas e sua câmera expostas ao calor, para evitar vazamento;
- Ao deixar a câmera fora de uso por mais de uma semana, tire as pilhas e as armazene em um local seguro, protegido do calor;
- Se uma pilha apresenta sinais de vazamento ou avaria, não a utilize em sua câmera.

7 - Exposição

As câmeras digitais são capazes de oferecer configurações automáticas, assim o usuário não encontra dificuldades em tirar fotos. No entanto, há casos em que é necessário gerar fotografias mais incrementadas, por exemplo, quando alguém posa em frente a uma avenida e quer que os carros apareçam com manchas que dão a sensação de movimento.

Para esses casos, é preferível o uso de câmeras que permitam ajustes manuais nos parâmetros de exposição, em especial, na velocidade do obturador (em poucas palavras, o mecanismo que permite a captura da luz para a geração da imagem).

O controle da exposição permite controlar a sensação de movimento

8 - LCD

Outra grande vantagem das câmeras digitais é a possibilidade de usar uma tela LCD para tirar e visualizar as fotos, portanto, é um item imprescindível.

Para o uso mais confortável, prefira os modelos que tenham tela LCD de, pelo menos, 1,8". Além disso, certifique-se de que a câmera tem a opção de desligar essa tela, recurso útil para quando a bateria estiver fraca.

É uma boa idéia testar esse recurso no ato da compra, quando possível, para ver se a nitidez é satisfatória e para checar se a visualização não é facilmente prejudicada em ambientes com iluminação mais baixa.

9 - Tempo entre os disparos

Se você estiver fotografando em um ambiente com muitas ações, pode perder uma foto interessante se tiver que esperar a câmera estar pronta para um novo disparo. Por isso, observe nos modelos de seu interesse, qual o intervalo que a câmera oferece entre uma foto e outra. Quanto menor esse tempo, melhor.

Uma dica interessante é verificar se a câmera possui um "timer", que permite que a foto seja tirada alguns segundos depois do botão de disparo ter sido acionado. Assim, você pode, por exemplo, deixar a câmera em uma mesa, acioná-la e correr para junto de seus amigos (daí a necessidade da câmera "esperar" alguns segundos). Com isso, a câmera tira a foto de todos juntos, sozinha.

10 - Cuidado com a marca (e com o modelo)

Linha Cyber-shot, da Sony, uma das mais desejadas

Com o passar do tempo, as câmeras digitais ficam mais baratas, mas ainda assim têm preço salgado para muitos bolsos. Isso leva muitas pessoas a comprarem câmeras mais baratas, porém de marcas desconhecidas.

Aqui não há segredo: prefira os modelos de marcas mais conceituadas, especialmente daquelas que trabalham com fotos há algum tempo. As câmeras de marca desconhecida podem até ter qualidade, mas isso não é comum.

Aliás, é bom ficar atento mesmo com marcas conhecidas. Uma boa idéia é fazer uma pesquisa e selecionar os modelos que mais lhe atraem para, em seguida, fazer uma busca na internet por cada máquina, afinal, muitos sites (como o Buscapé) e fóruns de discussão mostram as experiências que outras pessoas tiveram com tais modelos. É melhor, é claro, dar preferência às câmeras mais "bem faladas".

Finalizando

Depois de comprar sua câmera digital, talvez você queira uma maneira eficiente de organizar suas fotos. Uma boa idéia é fazer uso de sites como o Flickr. Além de armazenar suas fotos on-line, você pode exibí-las a amigos facilmente. Se fizer vídeos, sites como YouTube e Google Video são um ótimo meio de divulgação.

Entre para o universo das fotografias digitais e divirta-se! O InfoWester espera que essas dicas lhe permitam escolher uma boa câmera. Caso queira mais detalhes sobre esse aparelho, clique aqui.

Fonte: www.infowester.com

Chip de memória com vírus é mais rápido que memórias flash

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Posted on : 10-10-2006 | By : .rafa | In : Sem categoria

Colocar um vírus em sua câmera digital pode não soar como algo muito inteligente, mas um chip de memória que incorpora milhões de vírus pode ser o equipamento mais rápido que se possa dispor.

Recobrindo aglomerados de vírus do mosaico do fumo, medindo 30 nanômetros de comprimento, com nanopartículas de platina, é possível criar um transístor com uma velocidade de chaveamento muito elevada. Milhões desses transistores poderão eventualmente ser utilizados em um chip de memória para substituir as memórias flash em tocadores de MP3 e câmeras digitais, por exemplo.

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A partir de qual php roda em ambiente 64bits?

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Posted on : 08-10-2006 | By : .rafa | In : PHP, Programação

Estava pesquisando e acho que o php roda em ambiente 64 a partir da versão 4.4.4.

Até vou baixar um OS 64bits e testar, claro o mais chato para essas coisas que é o Ruindow$.

Google lança serviço de busca para programadores

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Posted on : 07-10-2006 | By : .rafa | In : Programação

O Google anunciou um serviço de buscas para programadores. Trata-se do Google Code Search, um site que simplifica a maneira de procurar por códigos de programação para desenvolvedores, destinados tanto a melhorar software existentes ou criar novos programas.

Segundo Tom Stocky, gerente de produto do Google, o serviço destina-se a ajudar programadores a filtrar os bilhões de linhas das fontes de códigos de computação, ao utilizar sua caixa de buscas familiar para descobrir fragmentos reutilizáveis de software.

O Google está aplicando a mesma técnica que oferece a usuários comuns em busca de textos, imagens e vídeos. Do mesmo modo que um internauta digita algumas palavras na caixa de busca standard do site, os programadores podem procurar por linhas relevantes de códigos no endereço Google : CodeSearch.

 

Fonte: Redação do Terra 

Oktoberfest começou

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Posted on : 05-10-2006 | By : .rafa | In : Geral
A oktoberfest aqui em blumenau começou e a festa é seguida de mto choop e diversão, novo pavilhão e tudo de bom, agora só falta eu dar um pulo lá um dia desses!
Uma festa que vale a pena ir, e se divertir de monte!